1952
Em 1952, um anúncio veiculado na revista O Malho apresentou João Ramos como “fazendeiro em Maringá”. Mais que isso, por meio de avião próprio, ele atuava no ramo da intermediação, da compra e da venda de lotes urbanos, fazendas, sítios, chácaras e outros tipos de imóveis na cidade e na região.

João Ramos “(...) tem transportado numerosas pessoas dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás, das quais a maior parte tem se radicado em Maringá”, descreveu a publicidade.
Naquele período, os corretores de imóveis eram conhecidos como “picaretas”, ao passo que os adquirentes de terras eram chamados de “jacus”. Muitos desses intermediadores fizeram verdadeiras fortunas com as comissões que recebiam da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná. Os que tinham espírito empreendedor aprimoravam o negócio com carros e caminhões ou, em alguns casos, como o de João Ramos, até mesmo pequenos aviões, que eram utilizados para transportes clientes e potenciais investidores.
Mais tarde, João Ramos seria convidado a integrar à maçonaria em Maringá.
Fontes: O Malho, edição VI de 1952 / Acervo Maringá Histórica.
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